5 Comentários
Por Adriana Oliveira
Categoria: HistóriasSissi e Eu: Uma história de (e sobre) Amizade…
Primeiramente, devo dizer que é uma honra participar do Histórias no We Love Blythe e quero agradecer à Mari e Tamara por me proporcionarem o resgate de lembranças marcantes, afetivas e especiais para mim… Esse post é dedicado a duas amigas especiais que fizeram e fazem parte da minha história, da minha vida – dentro e fora do mundo virtual desde 2004. Uma de São Paulo, outra do Rio. Ao final, vocês saberão quem são elas…
Blythe pra mim virou sinônimo de amiga. Em agosto do ano passado, estive em SP para a Bienal do Livro e lançamento de uma antologia literária da qual eu fui uma das co-autoras e soube dela boneca através da minha amiga paulista. Ela acabara de encomendar sua primeira Blythe – uma Bow Wow Trade. Mas a paixão foi mesmo despertada quando no mês seguinte estive no Rio para um Congresso e, ao visitar minha amiga carioca para lhe entregar um presente enviado por nossa amiga em comum – a paulista – vi uma Blythe pela primeira vez… Só quem puxou o Pull Ring com extremo temor pela primeira vez sabe a surpresa gostosa que toma conta da gente quando aqueles olhos grandes mudam de posição e de cor. A minha amiga carioca estava encantada pela boneca e estava aprendendo mil coisas sobre ela – uma Welcome Winter.
Indicada pelas amigas, procurei a Helô (Mundo da Blythe), depois de pesquisar muito sobre modelos e preços. Optei pelo lançamento da época – a Natasha Moore. Não apenas porque seu preço era um dos mais acessíveis, mas particularmente pela cor do seu cabelo – idêntico ao meu naquela época! Enquanto aguardava ansiosa pela chegada da minha “filha”, comecei a me inteirar sobre todo o ritual da colecionadora: o perfil no Flickr, o registro do Momento Caixa, a lavagem do cabelo da boneca. Amadrinhar a boneca foi algo que fiz quase à primeira vista. Uma blytheira a quem posso chamar hoje amiga – a Lia Domingues – foi a escolhida por ter sido uma das primeiras a me dar acolhida e coincidentemente tendo sido, como eu, a mamãe de uma Natasha Moore (a dela é simplesmente Nathy). Há muitas expressões divertidas e costumes bem peculiares dessa “tribo” bonequiera. No meio do caminho, tinha o Blythe.com.br e a Ana Monteiro… E ai de mim se não fosse ela e o site! Grupo, fórum, lojas… Um universo para se descobrir!
Nome e madrinha escolhidos, Sissi chegou num momento de fragilidade em que eu estava passando uma barra. Minhas amigas – a paulista e a carioca – na torcida, dando a maior assistência, acompanhando tudo. Lembro como se fosse hoje daquele 14 de novembro – caiu um dilúvio! Deixei de ir a um compromisso acadêmico só para esperar a minha filha de plástico chegar. Realmente, só quem passou por um momento caixa na vida sabe o que significa o que eu estou dizendo! Confesso sem susto ou vergonha que a expectativa é superior à realidade. Quando você toca a boneca pela primeira vez e analisa o conjunto, você não sabe ao certo se está decepcionada ou se foi apenas a adrenalina que caiu drasticamente.
A paixão pela Sissi foi acontecendo aos poucos, à medida que eu ia brincando com ela, tirando fotos, penteando seus cabelos, trocando suas roupas. A coisa mais bacana que essa coisinha de plástico fez por mim foi trazer de volta o que sempre esteve comigo – a minha criança interior. E no bojo, me aproximou de outras mamães zelosas – amigas do coração! Tantas que eu nem atrevo a citar para não correr o risco de ser injusta com alguma nesse momento em que a emoção me toma. Por ela, eu fui capaz de desenvolver dons escondidos – o tricot, o crochet e a costura. Meu álbum do Flickr não contém as fotos vistosas ou interessantes. São registros muito simplórios que divido com as pessoas que admiram as Blythes. Eu tenho uma Pullip linda, mas a Sissi – não só por ter sido a primeira – é a favorita.
Amizade e Blythe são duas coisas indissociáveis para mim. Lamento quem não entende que uma boneca pode representar algo tão importante na vida de uma pessoa. Amizade ocupa um lugar muito importante na minha vida, algo sem o qual eu não poderia me dizer feliz – nunca! Blythe para mim é Adrika – a minha amiga paulista – inseparável há tantos anos – e é a Angel – minha amiga carioca – que pelos caminhos da vida acabou se afastando, mas jamais foi esquecida… A elas dedico essa história, com todo meu carinho. As meninas do Superzíper disseram que a Blythe realiza sonhos – se você quer ser estilista, com a Blythe você é; se quer ser fotógrafa, a Blythe é sua modelo… Eu costumo dizer que a Blythe é um sonho que se realiza! E só quem se atreve a ter uma, sabe…
Thursday, 30/07/2009 às 14:15
4 Comentários
Por Mari Assmann
Categoria: CustomMuitas pessoas tem dúvida de como fazer a Blythe fechar os olhos…
Essa é a maneira mais fácil de todas, não precisa abrir a cabeça, basta puxar a molinha que fica no “buraquinho” atrás da cabeça, deixando ela solta!
O único “inconveniente” é ter que abrir os olhos com os dedos depois que puxou o Pull Ring…
P.S. Se você soltar a “molinha” e não gostar do resultado, é só “pescar” ela novamente e prender!
Se não quiser abrir manualmente o olho toda vez, daí só abrindo a cabeça e colocando uma cordinha no lugar onde essa “molinha” está presa…
Daí com uma cordinha você troca a posição do olho e com a outra você abre os olhos!
Tem também a opção de puxar bem a molinha para fora e amarrar nela uma cordinha (é preciso uma segunda pessoa para ajudar), tem pessoas que não recomendam isso pois pode haver um desgaste da mola, mas teve pessoas que fizeram isso e não tiveram problema algum! =)
Fica a seu critério! Mas se a sua boneca é uma RBL, abra a cabeça sem medo!

Wednesday, 29/07/2009 às 11:30
11 Comentários
Por Kitana McNew
Categoria: CustomPara customizar uma Blythe tem que ter muita responsabilidade, por ser uma boneca cara. Tem tomar cuidado para não se arrepender depois. O mais importante, se tiver coragem de fazer, é esclarecer as dúvidas em algum grupo do flickr ou fórum sobre o assunto.
Abrindo a cabeça
Antes de abrir a cabeça, ferva um pouco de água e coloque em um copo ou uma xícara. Pegue um algodão, molhe na água quente e passe toda hora entre o scalp e a cabeça pela partede trás, não precisa passar na frente. Pegue um faca (daquelas de passar manteiga) e passe entre o scalp e a parte de trás da cabeça, mas molhe sempre com o algodão. Não é pra cortar! Comece de lado até no outro lado, não precisa passar na frente. Enrole fita crepe no alicate e use para separar entre a cabeça.
Na hora de abrir a cabeça, não faça muito esforço usando monte de coisas para tentar abrir.
O Modelo EBL é um pouco difícil, porque tem uma canaleta dentro da cabeça, aí tem que abrir o scalp todo. A minha blythe EBL, não abri toda, só abri a parte de trás e puxei a cabeça de trás. A SBL é médio, não precisa abrir o scalp todo. Só abre de trás. A RBL é fácil, não vem com muita cola.
Maquiagem
Na maquiagem, use giz pastel, pode usar a tinta acriílica a base de água na boca.
Cílios
Os cílios, para colocar corte ao meio e use a parte maior para fora. Não precisa colar, porque na hora que quiser trocar o eye chip, é só tirar o cílios, trocar o chip e colocar os cilios de volta. Olhe nas fotos:




Verniz
No final, usar o Spray Verniz Fosco, que pode ser comprado na Papelaria. Aplique a distancia de 30cm, fazendo o ziguezague no rosto todo, não pode deixar uma parte sobrando. E depois deixe secar por 1 ou 2 dias, para que ele fique bem seco e com menos cheiro.
Não toque muito no rosto, porque suja muito. Para limpar, molhe um algodão com água e faça limpeza no rosto dela. Quando for guardar, não deixa muito tempo dentro da caixa. Deixe ela dentro do armário pra evitar a poeira.
Roupas
Não deixe a Blythe com roupas escuras muito tempo, principalmente no verão, porque mancha a pele dela. Só use roupas escuras para tirar fotos. Prefira roupas claras ou com forro branco.
Eu faço trabalhos de customização, veja as fotos no meu álbum de custom no flickr. Se interessar, entre contato comigo e lhe passo um orçamento.




