Histórias

História da Adriana e da Sissi

31/07/2009 às 09:46

Sissi e Eu: Uma história de (e sobre) Amizade…

Sissi Primeiramente, devo dizer que é uma honra participar do Histórias no We Love Blythe e quero agradecer à Mari e Tamara por me proporcionarem o resgate de lembranças marcantes, afetivas e especiais para mim… Esse post é dedicado a duas amigas especiais que fizeram e fazem parte da minha história, da minha vida – dentro e fora do mundo virtual desde 2004. Uma de São Paulo, outra do Rio. Ao final, vocês saberão quem são elas…

Blythe pra mim virou sinônimo de amiga. Em agosto do ano passado, estive em SP para a Bienal do Livro e lançamento de uma antologia literária da qual eu fui uma das co-autoras e soube dela boneca através da minha amiga paulista. Ela acabara de encomendar sua primeira Blythe – uma Bow Wow Trade. Mas a paixão foi mesmo despertada quando no mês seguinte estive no Rio para um Congresso e, ao visitar minha amiga carioca para lhe entregar um presente enviado por nossa amiga em comum – a paulista – vi uma Blythe pela primeira vez… Só quem puxou o Pull Ring com extremo temor pela primeira vez sabe a surpresa gostosa que toma conta da gente quando aqueles olhos grandes mudam de posição e de cor. A minha amiga carioca estava encantada pela boneca e estava aprendendo mil coisas sobre ela – uma Welcome Winter.

Eu & Sissi Indicada pelas amigas, procurei a Helô (Mundo da Blythe), depois de pesquisar muito sobre modelos e preços. Optei pelo lançamento da época – a Natasha Moore. Não apenas porque seu preço era um dos mais acessíveis, mas particularmente pela cor do seu cabelo – idêntico ao meu naquela época! Enquanto aguardava ansiosa pela chegada da minha “filha”, comecei a me inteirar sobre todo o ritual da colecionadora: o perfil no Flickr, o registro do Momento Caixa, a lavagem do cabelo da boneca. Amadrinhar a boneca foi algo que fiz quase à primeira vista. Uma blytheira a quem posso chamar hoje amiga – a Lia Domingues – foi a escolhida por ter sido uma das primeiras a me dar acolhida e coincidentemente tendo sido, como eu, a mamãe de uma Natasha Moore (a dela é simplesmente Nathy). Há muitas expressões divertidas e costumes bem peculiares dessa “tribo” bonequiera. No meio do caminho, tinha o Blythe.com.br e a Ana Monteiro… E ai de mim se não fosse ela e o site! Grupo, fórum, lojas… Um universo para se descobrir!

Sissi Nome e madrinha escolhidos, Sissi chegou num momento de fragilidade em que eu estava passando uma barra. Minhas amigas – a paulista e a carioca – na torcida, dando a maior assistência, acompanhando tudo. Lembro como se fosse hoje daquele 14 de novembro – caiu um dilúvio! Deixei de ir a um compromisso acadêmico só para esperar a minha filha de plástico chegar. Realmente, só quem passou por um momento caixa na vida sabe o que significa o que eu estou dizendo! Confesso sem susto ou vergonha que a expectativa é superior à realidade. Quando você toca a boneca pela primeira vez e analisa o conjunto, você não sabe ao certo se está decepcionada ou se foi apenas a adrenalina que caiu drasticamente.

A paixão pela Sissi foi acontecendo aos poucos, à medida que eu ia brincando com ela, tirando fotos, penteando seus cabelos, trocando suas roupas. A coisa mais bacana que essa coisinha de plástico fez por mim foi trazer de volta o que sempre esteve comigo – a minha criança interior. E no bojo, me aproximou de outras mamães zelosas – amigas do coração! Tantas que eu nem atrevo a citar para não correr o risco de ser injusta com alguma nesse momento em que a emoção me toma. Por ela, eu fui capaz de desenvolver dons escondidos – o tricot, o crochet e a costura. Meu álbum do Flickr não contém as fotos vistosas ou interessantes. São registros muito simplórios que divido com as pessoas que admiram as Blythes. Eu tenho uma Pullip linda, mas a Sissi – não só por ter sido a primeira – é a favorita.

Sissi Amizade e Blythe são duas coisas indissociáveis para mim. Lamento quem não entende que uma boneca pode representar algo tão importante na vida de uma pessoa. Amizade ocupa um lugar muito importante na minha vida, algo sem o qual eu não poderia me dizer feliz – nunca! Blythe para mim é Adrika – a minha amiga paulista – inseparável há tantos anos – e é a Angel – minha amiga carioca – que pelos caminhos da vida acabou se afastando, mas jamais foi esquecida… A elas dedico essa história, com todo meu carinho. As meninas do Superzíper disseram que a Blythe realiza sonhos – se você quer ser estilista, com a Blythe você é; se quer ser fotógrafa, a Blythe é sua modelo… Eu costumo dizer que a Blythe é um sonho que se realiza! E só quem se atreve a ter uma, sabe…

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6 Comentários

  • Responder Rafaella 17/04/2011 at 10:59

    OMG!Que fofo!Concordo plenamente que vcs foram feitas uma pra outra… :34:

  • Responder Adri (Nadeshiko) 03/08/2009 at 21:01

    Lia Domingues em 31/07/2009 às 19:47 disse:

    Ah, mas vcs foram feitas uma pra outra… 😉
    A Sissi é um docinho, tão delicada, é um prazer ter uma afilhada tão fofa. (Eu é que preciso ser madrinha mais presente… 😉
    Beijocas, queridas!

    ai, Lia… vc é muito amada! nós te adoramos!

  • Responder Bruna 31/07/2009 at 22:13

    Ohhhh, que história fofa!! Adorei conhecer mais da Adriana e da Sissi! E super concordo com o final!

    E ao contrário dela, eu achei as Blythes muito mais lindas pessoalmente!

    Beijinhos!

  • Responder Lia Domingues 31/07/2009 at 19:47

    Ah, mas vcs foram feitas uma pra outra… 😉
    A Sissi é um docinho, tão delicada, é um prazer ter uma afilhada tão fofa. (Eu é que preciso ser madrinha mais presente… 😉
    Beijocas, queridas!

  • Responder Adri 31/07/2009 at 15:59

    Tatiana em 31/07/2009 às 12:50 disse:

    Ai, nooouussa que quando eu peguei a Cecília pela primeira vez a paixão multiplicou um milhão de vezes e eu fiquei doida de amores pela minha filha instantaneamente. Apesar de que, igual a Taty, eu tb achei a cabecinha dela tão achatada, hahhahaha

    Adorei ler sua história, e o que é legal é isso, cada “mãe” tem uma história diferente para contar e todas no fim das contas envolvem muito amor por essas bonequinhas!

    bjsbjs

    obrigada, Tati! Realmente, são apaixonantes! E, como costumo dizer mtas vezes, é igual Elma Chips – parafraseando: é IMPOSSÍVEL ficar numa só! rs rs rs

  • Responder Tatiana 31/07/2009 at 12:50

    Ai, nooouussa que quando eu peguei a Cecília pela primeira vez a paixão multiplicou um milhão de vezes e eu fiquei doida de amores pela minha filha instantaneamente. Apesar de que, igual a Taty, eu tb achei a cabecinha dela tão achatada, hahhahaha

    Adorei ler sua história, e o que é legal é isso, cada “mãe” tem uma história diferente para contar e todas no fim das contas envolvem muito amor por essas bonequinhas!

    bjsbjs

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